EM CONSTRUÇÃO
A vida é
um livro
e quem não viaja
lê apenas a primeira página.
SANTO AGOSTINHO
Por muito que envelheça,
SANTO AGOSTINHO
Por muito que envelheça,
que fique fatigado,
por vezes sem esperança,
dificilmente
desprezarei
o encanto de viajar.
ANTONIO NAHUD
ANTONIO NAHUD
Fotografias: ANTONIO NAHUD
e MARCELO MENDONÇA
Este é parte de um
relato da viagem feito em Genebra. Tomo notas em um velho caderno,
fotografando e transbordando de gratidão sagrada. Enquanto escrevo, lembro
narrativas de D. H. Lawrence e Laurence Sterne. Às margens do Lago Léman, deixo-me
levar sem destino pelo meu irmão Marcelo, um arquiteto que mora na Suíça há
cerca de 15 anos. Nos meus relatos escritos, misturo diário de viagem, ensaio
filosófico, introspecção, descrições sensoriais, reflexões filosóficas sobre
a paisagem marcada por imponentes montanhas, vales profundos, lagos de águas
cristalinas e construções medievais. É a segunda visita que faço à Suíça,
talvez o mais formoso dos inúmeros países que conheci. Da primeira vez, em
2017, eu não estava bem, fragilizado por profunda depressão resultante do
suicídio inesperado de um jovem companheiro. Era como estar num sonho ou num
filme romântico, embora a sombra da melancolia persistisse. Desta vez, está
sendo diferente, aconteceu repentinamente. Aproximando-me dos 60 anos, não
esperava voltar à Suíça no crepúsculo da maturidade.
Quando surgiu o generoso convite, foi tudo muito rápido. Renovação do passaporte, a procura de um hotel de animais decente para hospedar Puck, um segurança para cuidar da casa e adiantamento de inúmeros textos profissionais para acumular os quinze dias de folga. O projeto será regressar poucos dias antes das eleições para votar em Flávio 22 e em governador, senadores e deputados conservadores. Deu tudo certo. Depois de uma escala em Lisboa, fui recebido por meu irmão no aeroporto de Genebra. Hospedado em seu charmoso apartamento, decorado com obras de arte e plantas, senti-me em casa. Perguntou-me o que eu queria fazer nestas férias, respondi não ter um roteiro, somente sabia que evitaria a dieta, comendo o que me agradasse. Assim está acontecendo. No primeiro dia, almocei no acolhedor restaurante Império da China um porco ao forno com abobrinha e queijo gratinado. Uma maravilha. Na cobertura do escritor Paulo Coelho e da artista visual Christina Oiticica, foi a vez de um fígado de pato com maçã caramelizada e geleia de figos.
Uma cidade pequena – são menos de 200 mil habitantes (40% da população é estrangeira pois é um lugar da burocracia internacional, de diplomatas e organizações mundiais importantes) – e um detalhe importante a se ter em conta, Genebra é muito cara. Às margens do cristalino Lago Léman e emoldurada pelas imponentes silhuetas dos Alpes e das montanhas do Jura, é mais do que o centro diplomático e financeiro do mundo. A chamada “Capital da Paz” sabe combinar a sofisticação e o luxo de suas butiques de alta relojoaria com a simplicidade dos passeios por ruelas medievais, tornando-se um dos destinos turísticos mais incríveis e procurados. Visitar Genebra envolve uma jornada por séculos de história, desde a herança da Reforma Protestante na Cidade Velha até as inovações científicas de ponta no CERN. Há várias formas de contemplar a natureza e as belas paisagens, museus interessantes e atrações que recheiam a programação. Uma cidade charmosa e romântica, localizada na parte francesa da Suíça, tendo como língua oficial o francês.
É mais do que a “Capital da Paz” – por ser a sede europeia da ONU e quartel general da Cruz Vermelha. Tem uma bossa que mistura elegância, tranquilidade e romance. Cafés charmosos, parques, lojas atraentes e um excelente transporte público. Sem grandes badalações até altas horas, de tradição diurna, com inúmeras mesas ao ar livre convidando para um café, um vinho, um suspiro diante do panorama. Detalhes que contribuem para que seja reconhecida mundialmente pela qualidade de vida que oferece aos habitantes. Afinal, é frequentemente indicada como uma das 10 melhores cidades do mundo para se viver. Além disso, é muito fácil de se localizar e percorrer seus principais atrativos a pé. É chamada de a “menor metrópole do mundo”. Para quem gosta de cidade pequena (como eu) é uma maravilha! Assim como grande parte da Suíça, ela é famosa por seus moradores ilustres que vieram aproveitar a tranquilidade da região. Muita gente famosa viveu em Genebra, como Jorge Luís Borges, Alain Delon, Sophia Loren, Paulo Coelho, Petula Clark, Nana Mouskouri.
Cidade dos hotéis cinco estrelas notáveis (como o Beau Rivage) e das marcas mais caras e desejadas de relógios do mundo (como Patek Philippe). Colony é o bairro dos ricos e das mansões, conhecido como a “Beverly Hills” de Genebra. Artistas internacionais e muita gente importante teve ou tem casa por lá. No século VI a.C., o povoado celta habitava onde atualmente está situada Genebra. Mais tarde, a região foi conquistada por romanos. Contudo, o que mais se vê trata do século XVI, no período protestante de João Calvino. Mais tarde, atraiu pensadores como Voltaire e Jean-Jacques-Rousseau. Outro fato de importância histórica aconteceu em 1864: o encontro diplomático, que se oficializou como Convenção de Genebra, determinando regras para proteger os feridos das forças armadas (origem da Cruz Vermelha – sua aplicação ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial). A partir daí, nasceram as bases dos Direitos Humanos Internacionais.
Quando surgiu o generoso convite, foi tudo muito rápido. Renovação do passaporte, a procura de um hotel de animais decente para hospedar Puck, um segurança para cuidar da casa e adiantamento de inúmeros textos profissionais para acumular os quinze dias de folga. O projeto será regressar poucos dias antes das eleições para votar em Flávio 22 e em governador, senadores e deputados conservadores. Deu tudo certo. Depois de uma escala em Lisboa, fui recebido por meu irmão no aeroporto de Genebra. Hospedado em seu charmoso apartamento, decorado com obras de arte e plantas, senti-me em casa. Perguntou-me o que eu queria fazer nestas férias, respondi não ter um roteiro, somente sabia que evitaria a dieta, comendo o que me agradasse. Assim está acontecendo. No primeiro dia, almocei no acolhedor restaurante Império da China um porco ao forno com abobrinha e queijo gratinado. Uma maravilha. Na cobertura do escritor Paulo Coelho e da artista visual Christina Oiticica, foi a vez de um fígado de pato com maçã caramelizada e geleia de figos.
Uma cidade pequena – são menos de 200 mil habitantes (40% da população é estrangeira pois é um lugar da burocracia internacional, de diplomatas e organizações mundiais importantes) – e um detalhe importante a se ter em conta, Genebra é muito cara. Às margens do cristalino Lago Léman e emoldurada pelas imponentes silhuetas dos Alpes e das montanhas do Jura, é mais do que o centro diplomático e financeiro do mundo. A chamada “Capital da Paz” sabe combinar a sofisticação e o luxo de suas butiques de alta relojoaria com a simplicidade dos passeios por ruelas medievais, tornando-se um dos destinos turísticos mais incríveis e procurados. Visitar Genebra envolve uma jornada por séculos de história, desde a herança da Reforma Protestante na Cidade Velha até as inovações científicas de ponta no CERN. Há várias formas de contemplar a natureza e as belas paisagens, museus interessantes e atrações que recheiam a programação. Uma cidade charmosa e romântica, localizada na parte francesa da Suíça, tendo como língua oficial o francês.
É mais do que a “Capital da Paz” – por ser a sede europeia da ONU e quartel general da Cruz Vermelha. Tem uma bossa que mistura elegância, tranquilidade e romance. Cafés charmosos, parques, lojas atraentes e um excelente transporte público. Sem grandes badalações até altas horas, de tradição diurna, com inúmeras mesas ao ar livre convidando para um café, um vinho, um suspiro diante do panorama. Detalhes que contribuem para que seja reconhecida mundialmente pela qualidade de vida que oferece aos habitantes. Afinal, é frequentemente indicada como uma das 10 melhores cidades do mundo para se viver. Além disso, é muito fácil de se localizar e percorrer seus principais atrativos a pé. É chamada de a “menor metrópole do mundo”. Para quem gosta de cidade pequena (como eu) é uma maravilha! Assim como grande parte da Suíça, ela é famosa por seus moradores ilustres que vieram aproveitar a tranquilidade da região. Muita gente famosa viveu em Genebra, como Jorge Luís Borges, Alain Delon, Sophia Loren, Paulo Coelho, Petula Clark, Nana Mouskouri.
Cidade dos hotéis cinco estrelas notáveis (como o Beau Rivage) e das marcas mais caras e desejadas de relógios do mundo (como Patek Philippe). Colony é o bairro dos ricos e das mansões, conhecido como a “Beverly Hills” de Genebra. Artistas internacionais e muita gente importante teve ou tem casa por lá. No século VI a.C., o povoado celta habitava onde atualmente está situada Genebra. Mais tarde, a região foi conquistada por romanos. Contudo, o que mais se vê trata do século XVI, no período protestante de João Calvino. Mais tarde, atraiu pensadores como Voltaire e Jean-Jacques-Rousseau. Outro fato de importância histórica aconteceu em 1864: o encontro diplomático, que se oficializou como Convenção de Genebra, determinando regras para proteger os feridos das forças armadas (origem da Cruz Vermelha – sua aplicação ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial). A partir daí, nasceram as bases dos Direitos Humanos Internacionais.
MARAVILHAS de GENEBRA
POST
TENEBRAS LUX
(Depois das trevas, a luz)
frase no Muro dos Reformadores
(Depois das trevas, a luz)
frase no Muro dos Reformadores
01
LAGO LÉMAN e RIO RÓDANO
O Ródano é o grande rio que drena o Lago Léman, atravessando o centro de Genebra com águas de tom azul-turquesa e seguindo em direção à França. O maior lago da Europa Ocidental, bem na divisa da Suíça com a França, o Léman é dividido em duas partes. O chamado Petit Lac está no coração de Genebra, bem perto de onde deságua o Rio Ródano. Já o Grand Lac é a parte mais larga e profunda do Léman e banha cidades como Lausanne, Vevey e Montreux (Suíça) e Yvoire e Évian (França). O Petit Lac é o coração, a praia, o lazer dos genebrinos. Não é por menos que o principal símbolo da cidade é o “Jet d’eau” – um jato d’água de 140 metros de altura cravado no centro do lago. No verão, o Bains de Pâquis (no lago) se transforma em praia.
02
CIDADE VELHA e CATEDRAL SAINT PIERRE
A Vieille-Ville, na parte alta de Genebra, é onde nasceu a cidade. É um belo local com prédios históricos, cafés, restaurantes, museus, entre outras atrações importantes. A Catedral Saint Pierre foi erguida entre 1150 e 1250. Por volta de 1535, durante o período da Reforma Protestante, se tornou um lugar de culto protestante. Nessa época, retiraram as imagens sacras do local e até hoje permanece uma igreja sem a presença de estátuas ou santos. Ela não é apenas o coração espiritual de Genebra, mas também um de seus principais mirantes. Do alto das duas torres do templo, é possível ter uma vista privilegiada da cidade, do Lago Léman e até do Mont Blanc. São 157 degraus em escadas de caracol estreitas, típicas das construções medievais.
03
MURO dos REFORMADORES
O Parc de Bastions é uma das áreas verdes centrais mais emblemáticas. Nele está o Muro dos Reformadores, um monumento de cerca de 100 metros de comprimento, construído em 1909 para celebrar o 400º aniversário de nascimento de João Calvino. No centro do muro, estão figuras gigantes dos quatro líderes da Reforma Protestante: Guilherme Farel (1489 – 1565), João Calvino (1509 – 1564), Teodoro de Beza (1513 – 1605) e João Knox (1513 – 1572). E está em destaque o lema POST TENEBRAS LUX (Depois das trevas, a luz), que resume a filosofia da Reforma, de que a difusão da Bíblia e do conhecimento trouxe luz à humanidade.
04
JARDIM BOTÂNICO
Pertinho do Lago Léman, ele abriga mais de 12 mil espécies de plantas de todo o mundo e um herbário com quase 6 milhões de espécimes. No local, um conjunto de estufas (tropicais e temperadas) que reúnem plantas exóticas de várias partes do mundo, jardins temáticos, jardins temáticos, biblioteca e centro científico.
05
ESPAÇO JEAN-JACQUES ROUSSEAU
Conhecido como Maison Rousseau et Littérature (MRL), localiza-se na Grand-Rue
40, na Cidade Velha — na casa onde o filósofo nasceu em 28 de
junho de 1712. Funciona como um centro cultural e museu que mistura textos,
filmes, fotografias, imagens e peças musicais para explorar a vida e o
pensamento do famoso filósofo.
06
FUNDAÇÃO PAULO COELHO e CHRISTINA OITICICA
Instalada em um antigo edifício bancário reformado e ampliado pelo arquiteto Marcelo Mendonça, conta com salas de exposição, projeção e espaços dedicados ao acervo do casal. Reúne cerca de 3 mil livros em 82 idiomas, manuscritos originais, prêmios internacionais, o fardão da Academia Brasileira de Letras (ABL) e itens históricos. Além da vertente cultural e de preservação de memória, atua em iniciativas filantrópicas, apoiando crianças, hospitais, instituições no Brasil e na Suíça, e parceiros como os Médicos Sem Fronteiras.
07
MUSEU de ARTE e HISTÓRIA
Inaugurado em 1910, tem entre seu acervo obras de grandes mestres europeus como Rembrandt, Cézanne, Monet, Renoir, Rodin e o famoso retábulo de Konrad Witz (1444), considerado a primeira representação exata de uma paisagem na pintura ocidental. Bem como artefatos das civilizações romanas, egípcias e mesopotâmicas. Além de coleções históricas de relojoaria, ourivesaria, armas, tapeçarias e mobiliário.
08
BAIRRO das NAÇÕES
Coração diplomático e humanitário do mundo, tem zona inteira dedicada às sedes de importantes organizações mundiais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR).
09
MAISON TAVEL
Reconstruída após um incêndio em 1334 pela nobre família Tavel, a fachada conta com cabeças góticas esculpidas no século XIV. Localizada na Rue du Puits-Saint-Pierre 6, 1204, e é a residência privada mais antiga preservada em Genebra, funcionando como um museu dedicado à história urbana e ao cotidiano da cidade. O edifício possui 6 andares que mostram a evolução da arquitetura e da vida local desde a Idade Média até o século XIX. Inclui objetos, móveis antigos, pinturas, mapas e uma guilhotina do final do século XVIII.
10
RELÓGIO das FLORES
Um dos cartões postais de Genebra. Simboliza a tradicional indústria relojoeira da cidade, sede de marcas de luxo como Patek Philippe e Rolex. Os ponteiros marcam a hora com precisão e estão cravados em um gramado com 6 mil plantas e flores. O design e as cores mudam quatro vezes por ano, de acordo com as estações.
11
MUSEU PATEK PHILIPPE
Desde o século XVI, a Suíça é famosa por sua indústria de relógios de alto padrão. Para os amantes de relógios, esse museu, na Rue des Vieux-Grenadiers, 7, é um tesouro. Conta a história dos relógios no mundo, com relíquias da realeza europeia. E ainda a trajetória da marca mais sofisticada no mundo, a Patek Philippe.
12
CASA de JORGE LUÍS BORGES
Na Rue Ferdinand-Hodler, 7 (antigamente chamada Malagnou), situa-se a casa onde o genial escritor e poeta argentino Borges (1899 - 1986) Buenos Aires / Argentina) morou com a família na juventude (entre 1914 e 1918). Atualmente, o edifício abriga escritórios de advocacia, um consultório médico e um instituto educacional.
06
FUNDAÇÃO PAULO COELHO e CHRISTINA OITICICA
Instalada em um antigo edifício bancário reformado e ampliado pelo arquiteto Marcelo Mendonça, conta com salas de exposição, projeção e espaços dedicados ao acervo do casal. Reúne cerca de 3 mil livros em 82 idiomas, manuscritos originais, prêmios internacionais, o fardão da Academia Brasileira de Letras (ABL) e itens históricos. Além da vertente cultural e de preservação de memória, atua em iniciativas filantrópicas, apoiando crianças, hospitais, instituições no Brasil e na Suíça, e parceiros como os Médicos Sem Fronteiras.
07
MUSEU de ARTE e HISTÓRIA
Inaugurado em 1910, tem entre seu acervo obras de grandes mestres europeus como Rembrandt, Cézanne, Monet, Renoir, Rodin e o famoso retábulo de Konrad Witz (1444), considerado a primeira representação exata de uma paisagem na pintura ocidental. Bem como artefatos das civilizações romanas, egípcias e mesopotâmicas. Além de coleções históricas de relojoaria, ourivesaria, armas, tapeçarias e mobiliário.
08
BAIRRO das NAÇÕES
Coração diplomático e humanitário do mundo, tem zona inteira dedicada às sedes de importantes organizações mundiais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR).
09
MAISON TAVEL
Reconstruída após um incêndio em 1334 pela nobre família Tavel, a fachada conta com cabeças góticas esculpidas no século XIV. Localizada na Rue du Puits-Saint-Pierre 6, 1204, e é a residência privada mais antiga preservada em Genebra, funcionando como um museu dedicado à história urbana e ao cotidiano da cidade. O edifício possui 6 andares que mostram a evolução da arquitetura e da vida local desde a Idade Média até o século XIX. Inclui objetos, móveis antigos, pinturas, mapas e uma guilhotina do final do século XVIII.
10
RELÓGIO das FLORES
Um dos cartões postais de Genebra. Simboliza a tradicional indústria relojoeira da cidade, sede de marcas de luxo como Patek Philippe e Rolex. Os ponteiros marcam a hora com precisão e estão cravados em um gramado com 6 mil plantas e flores. O design e as cores mudam quatro vezes por ano, de acordo com as estações.
11
MUSEU PATEK PHILIPPE
Desde o século XVI, a Suíça é famosa por sua indústria de relógios de alto padrão. Para os amantes de relógios, esse museu, na Rue des Vieux-Grenadiers, 7, é um tesouro. Conta a história dos relógios no mundo, com relíquias da realeza europeia. E ainda a trajetória da marca mais sofisticada no mundo, a Patek Philippe.
12
CASA de JORGE LUÍS BORGES
Na Rue Ferdinand-Hodler, 7 (antigamente chamada Malagnou), situa-se a casa onde o genial escritor e poeta argentino Borges (1899 - 1986) Buenos Aires / Argentina) morou com a família na juventude (entre 1914 e 1918). Atualmente, o edifício abriga escritórios de advocacia, um consultório médico e um instituto educacional.
















