novembro 05, 2011

......................................................... HOMENS E LOBISOMENS

“o lobisomem” (1589), de goltzius

O mito do Lobisomem nasceu na Grécia. Diz-se do homem que pode se transformar em lobo - ou em algo semelhante - em noites de lua cheia, voltando à forma humana ao amanhecer. A imagem mais comum é a de uma criatura do mal, percorrendo a noite à caça de vítimas. Essa lenda teve poderoso impacto na Europa do séc. XV, resultando em mais de 30 mil ações judiciais contra supostos lobisomens. O termo correto para definir o lobisomem é licantropo (derivada do rei mítico Licaão), da licantropia, uma doença mental em que vítima  pensa que é um lobo. Tem origem em desejos sexuais reprimidos.

A LENDA

Ao desafiar ou destruir magos influentes, o homem se torna lobisomem. A metamorfose acontece na primeira noite de lua cheia após o encantamento e transformação inicial é traumática. Alguns lobisomens herdam a maldição de pai ou mãe. Outros se tornaram lobisomens pela mordida de um lobisomem. Quando um casal tem sete filhas e o oitavo filho é homem, esse menino está condenado a ser lobisomem. Também tem o mesmo destino o rebento de mulher amancebada com padre.Todos eles sentem um incontrolável desejo de sangue na época de lua cheia e quase sempre matam suas vítimas. Nessas noites, visitam sete partes da região onde vivem, sete pátios de igrejas e sete encruzilhadas. Por onde passam, apagam as luzes e atacam pessoas, uivando de forma horripilante. Para quebrar o encanto é preciso acertar o bicho com balas de prata ou untadas com cera de vela queimada em três missas de domingos ou missa-do-galo, na meia-noite do Natal.

2 comentários:

Tcharly Briglia disse...

Breve mando notícias da leitura completa da revista. Estou ansioso! Parabéns, desde já!
Abraços,

Taciano Mattos disse...

A forma de editorial está bacana! Pode ser que esteja cansativo de ler, se bem que as pessoas estão comentando bastante... tudo é uma questão de público alvo. O template poderia ser mais elaborado, mas nem todos sabem editar em html e isso termina ficando dispensável. No mais, como um blog de literatura está bom!
Sobre o conteúdo, num momento mais relax eu comento!
Abração!